quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Entendendo o Hobbit


        Buenas, pessoal! Chegamos enfim a última postagem sobre Tolkien! Embora eu esteja louco para publicar novos conteúdos, não posso deixar de já sentir saudades de algo que eu gosto tanto. Nesse post eu falo um pouco sobre alguns detalhes do filme e explico algumas coisas que foram omitidas da adaptação, como o que são afinal os Magos, a origem dos Anões na Terra-Média, a trágica história da família de Thorin, além de outras coisas. Aproveite a viagem! 

OBS: Como eu consultei muitos textos em inglês, coloquei “tradução livre” nos nomes que não tenho certeza se correspondem exatamente às traduções dos livros em português.

A  S O C I E D A D E  E M  O  H O B B I T

Thranduil, pai de Legolas.
          Tolkien escreveu O Senhor dos Anéis como uma sequência de O Hobbit, logo muitos personagens da famosa trilogia encontram uma origem no novo filme de Peter Jackson. Além do parentesco entre os protagonistas, Frodo e Bilbo, há muitos outros: No início do filme, quando o reino dos Anões está sendo atacado por Smaug, um elfo distinto parece liderar um exercito que recusa auxílio aos Anões. O Rei-Elfo da Floresta das Trevas, Thranduil, é pai de Legolas e sua aparência no filme lembra muito a de Orlando Bloom. Glóin, um dos anões da comitiva, é pai de Gimli. As Aranhas Gigantes que cobrem a cabana de Radagast são aparentadas à Laracna. Também não esqueçamos de Gandalf, que afinal é um personagem muito importante nas duas histórias. Outros personagens e acontecimentos do Senhor dos Anéis têm uma ligação com O Hobbit, além de muitos acontecimentos.


O S  C I N C O  M A G O S


         Em O Hobbit é contado um pouco mais sobre os Magos, embora sua origem e propósito sempre sejam tão misteriosos quanto eles tentam deixa-lo. Os elfos os chamam de Istari, “aqueles que sabem”, pois eles têm um conhecimento maior até mesmo do que os grandes elfos que viveram na terra dos deuses, os Valar. Em Aman, não vivam apenas os Valar, mas também espíritos um pouco menos poderosos, chamados Maiar. Alguns serviam especialmente a algum dos Valar com o qual se identificavam mais. Cinco deles foram escolhidos para irem à Terra-Média após a primeira queda de Sauron, o porquê sempre foi um segredo. Eles assumiram formas humanas que limitarem em parte seus poderes, sendo proibidos de revelarem seus propósitos a qualquer um, mas sabe-se que deviam ajudar os seres da Terra-Média sem, no entanto, comandá-los. Yavanna, a Valar das coisas que andam e crescem sobre a terra, escolheu Radagast, o Castanho. Oromë, o Valar Cavaleiro, enviou Alatar e Pallanto, conhecidos como os Magos Azuis. Os dois Valars supremos, Manwë e Varda, recrutaram Gandalf, o Cinzento e Aulë, o Valar artesão, designou Saruman, o Branco. 


O  C O N S E L H O  B R A N C O


       Quando a comitiva de Thorin pousa em Valfenda, Gandalf participa de uma reunião com Elrond, Galadriel e Saruman, o Conselho Branco. Peter Jackson errou em não deixar isso explícito no momento, pois muita gente não percebeu o que estava acontecendo ali. Entenda melhor oque é esse grupo: 

        Ao chegarem na Terra-Média, os Magos Azuis partiram para o Leste e jamais foram vistos novamente. Provavelmente eles pereceram em sua jornada, se conseguiram realizar seus objetivos não se sabe. Radagast se fixou nas florestas do norte e passou a ser pouco visto. Uma nova escuridão surgia na antiga fortaleza de Sauron na Floresta das Trevas, Dol Guldur, então foi formado um grupo para unir as forças da Terra-Média e direcioná-las contra as trevas, o Conselho Branco. Além de Gandalf e Saruman, também faziam parte os Reis Elfos: Gil-Galad, que depois foi substituído por Elrond; o Elfo Círdan, que o passou a ser representado por Galdor; E Galadriel. Ela queria que Gandalf fosse o líder do Conselho, mas ele recusou sendo escolhido Saruman, que o odiou sabendo da sua preferência. Esse atrito cresceu após Gandalf ser impedido por Saruman a atacar Dol Guldur e começar a desconfiar de seus objetivos em relação ao Um Anel. Após o retorno de Gandalf como O Branco, Galadriel o nomeou chefe do Conselho Branco durante sua passagem por Lothlórien antes de se revelar para Aragorn, Legolas e Gimli em Fangorn. Após a tomada de Isengard pelos Ents, Saruman destruiu o cajado de Saruman e o expulsou do Conselho. As cores das vestes dos magos parecem ter algum significado hierárquico, já que Gandalf assume a “cor” de Saruman quando se torna o líder do Conselho Branco, mas seu significado nunca foi completamente explicado. Os membros remanescentes (coincidentemente os portadores dos Três Grandes Anéis do Poder) partiram para as Terras Imortais após a Guerra do Anel, exceto Círdan que construiu o barco utilizado pelos Portadores, permanecendo mais algum tempo antes de também partir. 


A  P E R D I Ç Ã O  D E  R A D A G A S T

         Radagast foi o mago enviado por Yavanna, Valar das árvores e animais, para integrar os Cinco que partiram à Terra-Média para auxiliar os seres na resistência contra a escuridão. As árvores e plantas da Terra-Média eram alguns dos maiores trabalhos de senhora de Radagast e ele nunca as tinha visto. Deslumbrado, Radagast se dedicou tanto a estudar as obras de Yavanna e protegê-las que acabou se desviando de seu propósito original de combater as forças das trevas que emergiam mais uma vez na Terra-Média. 

        Uma virtude em excesso pode se tornar um grande defeito e Saruman se aproveitou da boa vontade e ingenuidade de Radagast usando-o para procurar o Um Anel e espionar seus inimigos através dos pássaros que o mago Castanho lhe emprestou. Radagast também foi usado para atrair Gandalf para Orthanc, onde o mago Cinzento foi aprisionado. Após mandar Gandalf para a armadilha na torre, Radagast não foi mais encontrado, nunca tendo retornado às Terras Imortais, mas de alguma forma ele descobriu a traição de Saruman e mandou a águia Gwaihir para resgatar Gandalf. 



        Embora Radagast pareça ter falhado em ajudar os povos livres da Terra-Média contre Sauron, seu fracasso nunca foi totalmente determinado, pois seu propósito específico nunca foi totalmente esclarecido, assim como o dos Magos Azuis. É possível que Yavanna, apaixonada e temerosa por suas criações, tivesse designado Radagast para unicamente protegê-las, pois seu amor as criaturas selvagens e florestas era seu traço mais forte, sendo assim não teria se desviado de seu propósito, embora não tivesse obtido sucesso total tendo em vista o retorno de Sauron à Floresta das Trevas onde morava. De qualquer forma, é unanime a ideia de que Radagast, por mais bem intencionado que fosse, se tornou passivo e distanciou-se dos povos da Terra-Média não tomando parte na luta contra Sauron por comodidade, embora não tenha abandonado aqueles que o fizeram totalmente. Sendo assim, a queda de Radagast foi menor que a de Saruman, pois não se corrompeu nem se submeteu ao inimigo. 


A  O R I G E M  D O S  A N Õ E S

         Eru, o deus supremo do mundo criou os Elfos, mas deixou-lhes adormecidos para que acordassem em um determinado momento. Aulë, o Valar artesão, cansado de esperar pelo despertar dos Elfos, criou suas próprias criaturas: fortes e resistentes o suficiente para enfrentar o senhor do escuro, Melkor, que dominava a Terra-Média na ocasião. Eru descobriu e mandou que ele os destruísse, mas percebendo que Aulë amava muito os Anões, permitiu que eles vivessem, no entanto devendo ser adormecidos e acordarem somente depois dos Elfos, alertando-o “Haverá muita discórdia entre os meus (Elfos) e os teus (Anões)”. Aulë então “enterrou” os Anões em diferentes partes da Terra-Média para aguardarem sua hora: Seis casais e um Anão solitário: Dúrin, o Imortal. 


O S  R E I N O S  D O S  A N Õ E S


         Os sete Anões homens originaram as sete casas principais, tornando-se os Sete Senhores Anões. Dúrin foi o primeiro a acordar e viveu durante muito tempo, sendo chamado de O Imortal, também pelo fato de vários de seus descendentes parecerem com ele a ponto de receberem seu nome, como se fossem uma reencarnação do patriarca. Dúrin despertou sozinho na região que mais tarde seria conhecida como Moria e é dito que sua casa, os Barbas-Longas, originou-se da mistura das outras casas assim que elas se tornaram mais próximas. Além dos Barbas-Longas, outras duas casas anãs ficaram conhecidas na Terra-Média: Os Viga-Larga e os Barbas-de-Fogo (tradução livre) que despertaram no Oeste em Ered Luin (Montanhas Azuis) fundando Belegost e Nogrod, respectivamente. Os outros quatro clãs, ou casas, os Punhos-de-Aço, os Barbas-Grossa e os Pés-de-Pedra (tradução livre) que migraram para o extremo Leste. 


A  L I N H A G E M  D E  D Ú R I N 

        Dúrin I era o mais velho e importante dos Senhores Anões. Ele fundou o reino de Moria, muito mais antigo do que Gondor. Lá seu povo se desenvolveu e produziu muita riqueza, sendo conhecidos como o Povo de Dúrin. Nogrod e Belegost acabaram sendo destruídas em grande parte, então muitos anões dessas casas cruzaram a Terra-Média até Moria, se misturando com o Povo de Dúrin, embora os reinos dos dois clãs ainda existissem nas Montanhas Azuis. Assim Moria prosperou até que Sauron começou a se erguer para confrontar todos os povos livres da Terra-Média pela primeira vez. Embora a sombra da Floresta das Trevas ainda não atingisse Moria, os anões estavam escavando fundo na montanha em busca de mithril e acabaram encontrando um servo do antigo mestre de Sauron que se escondera do ataque dos Valar quase duas Eras antes: um balrog. O rei da época, Dúrin VI, acabou perecendo e mais tarde seu filho Náin I. Assim Moria foi abandonada e uma grande parte dos sobreviventes, incluindo o herdeiro do trono da linhagem de Dúrin, emigrou para o norte, estabelecendo-se na Montanha Solitária. 


E R E B O R


          A cidade fundada pelos Anões na Montanha Solitária, Erebor, se tornou próspera e eles começaram a explorar as montanhas ao norte ricas em minérios, as Montanhas Cinzentas. O rei passou a morar lá, mas os dragões que viviam no norte se multiplicaram e começaram a atacar até que o rei Daín I e seu segundo filho foram mortos às portas do palácio por um grande dragão frio. Os Anões então abandonaram as Montanhas Cinzentas e Thrór, o herdeiro do trono, retornou para Erebor iniciando uma nova era de prosperidade, enquanto seu irmão Grór se mudou para as Colinas de Ferro junto com muitos seguidores. Além de jóias, o reinado de Thrór também produziu muitas armas e auxiliou os homens que moravam próximos à montanha a expulsar os orcs para o Leste, principalmente Dale (que aparece no filme como a cidadela de Valle). A fama da fortuna dos anões de Erebor se espalhou e o Dragão Smaug atacou Erebor, destruindo também Dale e assim se chamou toda aquela região de Desolação de Smaug. O rei Thrór e seu filho Thráin II (o pai de Thorin) fugiram com sua família para o sul numa viagem sem destino, acompanhados de alguns seguidores fiéis. 


A  V E R D A D E I R A  H I S T Ó R I A  D E  A Z O G 

         O principal vilão no primeiro filme do Hobbit é o orc Azog. Embora ele tenha sido odiado pelos anões e principalmente pelo pai de Thorin, diferentemente do filme os dois jamais tiveram um confronto direto mesmo tendo lutado na mesma batalha. O personagem também morre num fato muito anterior ao Hobbit, mas Peter Jackson foi esperto em “deixa-lo vivo” para um acontecimento que acontecerá somente no último filme, onde nos livros quem aparece na verdade é o filho de Azog. Entenda melhor essa história: 

OBS: Se você não quer saber qual é o fim original do personagem, não leia.


        Quando Thrór, o avô de Thorin Escudo-de-Carvalho, já estava velho, pobre e desesperado, ele partiu para Moria que estava abandonada há séculos pelos anões na esperança de salvar sua família da desgraça, mas antes de ir ele deu seu último grande tesouro ao seu filho, Thráin: um dos Sete Anéis dados por Sauron. Um anão chamado Nár o acompanhou e quando chegaram aos portões de Moria, o encontraram abertos, então Thrór entrou deixando Nár esperando do lado de fora. Após alguns dias alguns orcs saíram do portão e atiraram o corpo de Thrór – sem a cabeça. O líder dos orcs gritou lá de dentro dizendo que ele havia matado o ladrão invasor e escrito seu nome na cabeça de Thrór para os anões se lembrarem quem era o senhor de Moria agora. Nár foi até o corpo e quando ergue a cabeça, viu nela escrita AZOG. Os orcs não o deixaram levar o corpo e mandaram no embora com algumas moedas de pouco valor, chamando-o de mendigo e depois retalhando o resto do corpo do anão, dando-lhe para os corvos. Nár voltou e contou tudo para o filho de Thrór, Thrárin. Ele ficou possesso e mandou mensagens a todos os povos anões. Após três anos eles finalmente reuniram todo povo de Dúrin e com a ajuda de algumas outras casas eles atacaram todas as cidades dos orcs nas Montanhas Sombrias atrás de Azog, desde o norte até o Rio de Lis, pouco acima de Moria. Os orcs eram muitos, mas as armas magníficas e a bravura dos anões lhe deram a vitória até que não restou mais nada aos orcs além de fugir para Moria. Lá Azog reuniu uma reserva de soldados para uma necessidade extrema e esperou. Os anões chegaram e atacaram os seus exércitos, mas naquele dia sem sol os orcs estavam em maior número e com a vantagem de estarem num terreno mais alto do que os anões que tinham que subir até os portões. 

Azog e Thorin: O duelo que nunca aconteceu.

         O primeiro ataque de Thráin foi rechaçado e ele teve que recuar com sua tropa para a floresta. Thorin, que também estava lá se recuperando dos ferimentos da batalha, havia tido seu escudo destruído, então cortou um ramo de carvalho com seu machado e o usou para se proteger dos inimigos e bate-los como um porrete, assim passou a ser chamado Thorin, Escudo-de-Carvalho. A batalha estava terrível quando finalmente chegaram os exércitos das Colinas de Ferro. Líderados pelo anão Náin, primo de Thráin, eles massacraram os orcs bradando “Azog! Azog!”. Chegando até o portão, Náin chamou Azog que saiu para seu encontro, começando um grande duelo. Já cansado da batalha enquanto Azog estava descansado, Náin acabou tombando e sendo derrotado por Azog que se viu sozinho no meio da batalha enquanto os orcs fugiam da fúria dos anões. Ele então correu para o portão, mas o jovem filho de Náin, Dáin, correu com seu machado de lamina vermelha atrás dele e decepou lhe a cabeça. Não houve comemoração, pois muitos morreram na batalha, mas os anões fincaram a cabeça de Azog numa lança e enfiaram a bolsa com moedas atiradas por ele no dia da morte do avô de Thorin dentro de sua boca e o deixaram lá. 


G A N D A L F  E  A  E M P R E I T A D A  D E  T H O R I N


       No filme não é explicado porque Gandalf resolve ajudar Thorin em sua jornada para reconquistar Erebor, assim como no livro, mas no segundo filme provavelmente será mostrada a explicação que consta nos apêndices do Senhor dos Anéis sobre O Povo de Dúrin. Gandalf estava de passagem em Bri rumo ao Condado e encontrou Thorin que voltava de viagem para sua casa no oeste. Algum tempo antes, Gandalf fazia uma missão de reconhecimento na fortaleza de Dol Guldur na Floresta das Trevas e encontrou um anão perturbado lá que não sabia nem o próprio nome, mas deu um mapa e uma chave misteriosa para Gandalf pouco antes de morrer. Conversando com Thorin naquela noite, Gandalf percebeu que se tratava do pai de Thorin, Thráin. Após a vingança contra Azog o pai de Thorin partiu para a Montanha Solitária com uma pequena comitiva, incluindo Balin e Dwalin que mais tarde integraram o grupo de Thorin, para tentar retomar o antigo reino de Erebor, mas ele foi capturado e levado para Dol Guldur e seus companheiros foram deixados sozinhos, pois Sauron buscava um dos Sete anéis dos anões que estava com Thráin. Entregando o anel, o pai de Thorin foi deixado num calabouço para morrer e só foi encontrado por Gandalf cinco anos depois. Após de muitas buscas frustradas, os outros anões retornaram e a herança do trono perdido passou para Thorin e cabia a ele agora também tentar retomar o reino assim como seu pai tentou. Pensando nisso, Thorin foi até Gandalf em Bri e conversaram sobre a tentativa que Thorin faria para resgatar seu trono. Ambos já tinham conhecimento de que Sauron estava se reerguendo e estavam preocupados sobre o que ele poderia fazer se usasse Smaug. Assim Gandalf integrou a comitiva de Thorin com o objetivo de destruir um perigoso recurso de Sauron e também repovoar Erebor para que houvesse mais uma resistência contra um ataque de Sauron no norte como de fato aconteceu simultaneamente com a batalha nos campos de Minas Tirith. 



        Bem, pessoal. Chegamos ao fim do nosso ciclo de postagens e estou muito feliz por compartilhado esse mundo tão incrível com vocês. Espero que tenham gostado, semana que vem tem conteúdo novo. Um abraço!

F. Essy

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3 comentários:

  1. Olá, li todas as suas postagens sobre a obra de Tolkien e queria dizer que todas elas são ótimas. Diretas, concisas e informativas. Queria saber onde eu poderia ler mais a respeito da história dos anões, pois o que li sobre os naugrim até agora foi o que tem no Silmarillion.

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    1. Muito obrigado Marina, fico feliz que tenha gostado. Sobre os anões, além da seção dedicada a eles no Apendice A "Filhos de Durin" no O Senhor dos Anéis, o capitulo "A Busca de Erebor" em Contos Inacabados conta mais detalhes sobre os acontecimentos envolvendo a família de Thorin e suas expedições à Montanha Solitária.

      Se você estiver interessada sobre como Tolkien criou a raça você pode conferir o livro As Cartas de J.R.R Tolkien, onde há várias respostas do autor a perguntas de seus admiradores, mas na maioria Tolkien apenas comenta traduções relativas a raça dos anões e seu envolvimento na comitiva de Bilbo, o que acho de pouca relevância no seu caso. A coleção History of Middle Earth ainda não traduzida (e é pouco provavel que venha a ser) provavelmente contém muitas coisas interessantes ao longo de seus 12 volumes.

      Você ainda pode encontrar muitos textos em sites especializados, como a Valinor (www.valinor.com.br/) e o extinto Dúvendor, que você pode acessar através desse link abaixo, uma espécie de cópia de histórico: http://web.archive.org/web/20110929010917/http://www.duvendor.com.br/portal/

      Bem, espero ter lhe ajudado a encontrar um caminho para sua expedição em busca da história dos filhos de Durin. Um abraço! ;)

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